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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Atualização Protocolo Morte Encefálica




Atualizações do Protocolo Morte Encefálica e sua aplicação institucional.

Local: Anfiteatro Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.

Data e hora: 24.01.2018 ; `as 20h

Participem!!!

segunda-feira, 21 de março de 2016

Protocolo Neuroproteção

Protocolo Neuroproteção


O paciente em coma induzido  necessita de cuidados de neuroproteção mínimos para que mediante aos eventos fisiopatotógicos adversos das neuroemergências, as lesões secundárias sejam prevenidas.

O implante deste protocolo além de simples é muito útil para integrar uma equipe multiprofissional e permitir avanços no cuidado do paciente neurocrítico.

Avante Neurointensivismo!!!

Protocolo Neuroproteção

sábado, 4 de agosto de 2012

Derivação Ventricular Externa versus Infecção

A utilização da derivação ventricular externa é um método essencial para o tratamento de distúrbios de fluxo liquórico seja por infecção ou por hemorragia intraventricular. 
Trata-se de um reservatório cuja função é drenar o aumento relativo ou absoluto de líquor devido ao aumento da produção ou da diminuição de absorção. Sua utilização é fundamental no tratamento de algumas patologias, porém o risco de infecção relacionado ao seu uso apresenta uma grande variação na literatura (0-45%). Dentre os fatores de risco, o tempo de utilização parece  influenciar significativamente.

A maioria dos estudos estabelecem um maior risco de infecção até 10 dias do implante do cateter, evidenciando que ocorre um aumento na taxa de infecção a partir do 4º dia mas que permanence relativamente constante com o uso prolongado do cateter. Ou seja, não há uma relação linear entre infecção e tempo de implante de cateter.



domingo, 13 de maio de 2012

Medidas Neuroproteção



A  evolução da neuromonitoração pode ser dividida categoricamente em três fases:


Monitorização Clínica (1960-1980): Neste período, a monitoração restringia-se ao exame clínico e tinha como premissa básica detectar a piora neurológica precocemente, afim de permitir intervenções rápidas.


  Monitorização Fisiológica (1980-2000): Neste momento, a monitoração da pressão intracraniana (PIC) populariza-se nas unidades de terapia intensivas neurológicas. O paradigma é detectar e tratar elevações da PIC previamente a piora neurológica irreversível.


    Multimodal (Século 21): O entendimento neurofisiológico através de variáveis múltiplas (PIC, PPC, EEG, PtiO2, Microdiálise) permite oferecer um ambiente neurofisiológico harmônico para o paciente em coma.