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segunda-feira, 26 de setembro de 2022

CURSO NEUROTRAUMA BASEADO EM EVIDÊNCIAS

 CURSO NEUROTRAUMA BASEADO EM EVIDÊNCIAS



É com muita satisfação que a plataforma NeurohEAD  comunica o lançamento do curso Neurotrauma Baseado em Evidências. 

Este curso tem o objetivo de melhorar a assistência nas unidades de emergência unindo a formalidade das diretrizes  as dificuldades do diagnóstico e tratamento. Foram gravadas  10 aulas, totalizando 4 horas no total, com fotos e vídeos inéditos para ilustrar e trazer a realidade de uma unidade de neuroemergência.


A NeurohEAD em fidelidade aos alunos elaborou o CUPOM: TCE 
(***Limitado por 30 dias) 

O curso foi planejado e gravado pelo Neurocirurgião Gustavo Cartaxo Patriota com atuação e pesquisa em neuroemergências.  


Gustavo Cartaxo Patriota MD, MSc, PhD


Neurocirurgião

Médico formado pela Universidade Federal da Paraíba

Residência em Neurocirurgia pelo Hospital Servidor do Estado São Paulo SP

Pós Graduação em Neurointensivismo pelo Hospital Sírio Libanês

Mestrado em Ciências da Saúde pelo Instituto de Assistência ao Servidor Público de São Paulo

Doutorado em Neurologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

Membro Câmara Técnica Neurocirurgia Conselho Regional Medicina Paraíba

Membro do grupo de Doppler Transcraniano da Central de Transplante da Paraíba

Coordenador Serviço de Neurocirurgia Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena

Membro da Sociedade e Academia Brasileira de Neurocirurgia desde 2008

Coordenador do Departamento de Neurointensivismo da Sociedade Brasileira Neurocirurgia 2010-2014


Atenciosamente,

Equipe NeurohEAD



quarta-feira, 22 de dezembro de 2021

Conselho Diretor presta homenagem ao Neurocirurgião Prof. Almir Ferreira Andrade

 



O Prof. Almir recebeu das mãos do Prof. Aluisio Segurado, presidente do Conselho Diretor, uma placa de prata – símbolo de gratidão, por se dedicar com plenitude às atividades de ensino - na formação de jovens profissionais da neurocirurgia; às atividades de pesquisa e fundamentalmente à assistência ao paciente grave que chega diariamente à Emergência Referenciada, adiantou o presidente do Condir. 

O Prof. Almir tem realizado um trabalho brilhante ao longo de décadas no HC-FMUSP, disse o Prof. Manoel Jacobsen, diretor da Divisão de Neurocirurgia. Participou da estruturação do pronto-socorro de neurocirurgia; inovou com o estudo do mecanismo e registro da pressão intracraniana e cooperou ativamente com a instituição da disciplina de neurointensivismo na FMUSP. “Agradeço a oportunidade do Condir dar para um dos membros da Disciplina e Divisão tal privilégio”, reiterou o titular da Neurocirurgia.


“Neste momento, o Prof. Almir representa muitas pessoas que poderiam ter sido homenageadas e poderão ser no futuro pelo seu trabalho exaustivo e valor extraordinário. Vejo com satisfação esta homenagem”, completou o Prof. Ricardo Nitrini, diretor da Divisão de Neurologia. Na ocasião, o Prof. Almir agradeceu o reconhecimento e o apoio e aproveitou para anunciar mais um brilhante feito. O médico desenvolveu junto com a equipe um sistema inovador para medir a pressão intracraniana do paciente, na bancada do Incor.


A inovação deverá reduzir substancialmente os custos hospitalares. O método foi testado em 114 pacientes. Agora, a novidade está em processo de patenteação no Citic-ICHC. “É um caso de sucesso que me orgulho muito”, concluiu o Professor Almir Ferreira.


FONTE: ICHC - Notícias em Destaque - Novembro - Dezembro/2021

quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Advances in Neurotrauma Management




KEY POINTS 

Neurotrauma is the leading cause of trauma-related death in patients ages 1 to 45 years. It is categorized by mechanism, imaging findings, and anatomic involvement. 

Cerebral blood flow requires adequate cerebral perfusion pressure, defined by mean arterial pressure minus intracranial pressure. 

Initial management requires assessing neurologic status, maintaining adequate mean arterial pressure, treating elevated intracranial pressure (ICP), avoiding secondary injury, and obtaining emergent neuroimaging.

Airway considerations such as preoxygenation, head of bed elevation, first pass success, and postintubation analgesia and sedation are essential in avoiding further worsening of traumatic insults including hypotension and hypoxemia.

Neurosurgical consultation is required for optimal management, and the use of neurocritical care teams can improve patient outcome.




ARTIGO DE REVISÃO COM IMPORTANTE IMPACTO NA PRÁTICA CLINICA, RESPONDENDO QUESTÕES TERAPÊUTICAS, NEUROPROTEÇÃO E NEUROMONITORIZAÇÃO.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Twenty-Five Years of Intracranial Pressure Monitoring After Severe Traumatic Brain Injury



Abstract

BACKGROUND:

Intracranial pressure (ICP) is a clinically important variable after severe traumatic brain injury (TBI) and has been monitored, along with clinical outcome, for over 25 yr in Addenbrooke's hospital, Cambridge, United Kingdom. This time period has also seen changes in management strategies with the implementation of protocolled specialist neurocritical care, expansion of neuromonitoring techniques, and adjustments of clinical treatment targets.

OBJECTIVE:

To describe the changes in intracranial monitoring variables over the past 25 yr.

METHODS:

Data from 1146 TBI patients requiring ICP monitoring were analyzed. Monitored variables included ICP, cerebral perfusion pressure (CPP), and the cerebral pressure reactivity index (PRx). Data were stratified into 5-yr epochs spanning the 25 yr from 1992 to 2017.

RESULTS:

CPP increased sharply with specialist neurocritical care management (P < 0.0001) (introduction of a specific TBI management algorithm) before stabilizing from 2000 onwards. ICP decreased significantly over the 25 yr of monitoring from an average of 19 to 12 mmHg (P < 0.0001) but PRx remained unchanged. The mean number of ICP plateau waves and the number of patients developing refractory intracranial hypertension both decreased significantly. Mortality did not significantly change in the cohort (22%).

CONCLUSION:

We demonstrate the evolving trends in neurophysiological monitoring over the past 25 yr from a single, academic neurocritical care unit. ICP and CPP were responsive to the introduction of an ICP/CPP protocol while PRx has remained unchanged.

IMPORTANTE ESTUDO NA ÁREA DO NEUROTRAUMA EVIDENCIANDO QUE A UTILIZAÇÃO DE PROTOCOLO PARA CONTROLE DA PRESSÃO INTRACRANIANA E PRESSÃO DE PRESSÃO DE PERFUSÃO CEREBRAL TEM IMPACTO NA ASSISTÊNCIA.

domingo, 18 de novembro de 2018

PIC, Barcelona 2018




Como de praxe, ocorreu neste mês de Novembro em Barcelona uns dos eventos mais tradicionais da Neurotraumatologia e Neurointensivismo, o PIC 2018. Foram abordados temas relevantes  com fundamentação fisiopatológica o que o torna este evento engrandecedor.


Cursos pre-Simposium
- Actualizaciones en el diagnóstico y tratamiento de los pacientes  con un traumatismo craneoencefálico 

- Fundamentos y actualizaciones en la monitorización de la presión intracraneal (PIC)
- Actualizaciones en el ictus hemorrágico: hemorragia subaracnoidea aneurismática y hematoma espontáneo
- Fundamentos de la monitorización de la oxigenación cerebral y el metabolismo cerebral en el paciente neurocrítico. Aplicaciones prácticas.
- Controversias en la fisiopatología, neuromonitorización y tratamiento del paciente neurocrítico 

XVIII Simposium de neuromonitorización y tratamiento del paciente neurocrítico 

XIII Curso de cuidados de enfermería al paciente neurocrítico 


A Sociedade Brasileira de Neurocirurgia mais uma vez prestigiou o PIC 2018, solidificando a importância Brasileira no cenário mundial do Neurotrauma e Neurointensivismo.

Contamos com a participação: Dr. Ruy Monteiro, Dr. Italo Suriano, Dr. Marcelo Chioato, Dr. Raphael Bertani e Dra. Bárbara Pilon.
























quarta-feira, 18 de abril de 2018

Smartphone-assited minimally invasive neurosurgery



OBJECTIVE Advances in video and fiber optics since the 1990s have led to the development of several commercially available high-definition neuroendoscopes. This technological improvement, however, has been surpassed by the smart- phone revolution. With the increasing integration of smartphone technology into medical care, the introduction of these high-quality computerized communication devices with built-in digital cameras offers new possibilities in neuroendosco- py. The aim of this study was to investigate the usefulness of smartphone-endoscope integration in performing different types of minimally invasive neurosurgery.
METHODS The authors present a new surgical tool that integrates a smartphone with an endoscope by use of a spe- cially designed adapter, thus eliminating the need for the video system customarily used for endoscopy. The authors used this novel combined system to perform minimally invasive surgery on patients with various neuropathological dis- orders, including cavernomas, cerebral aneurysms, hydrocephalus, subdural hematomas, contusional hematomas, and spontaneous intracerebral hematomas.
RESULTS The new endoscopic system featuring smartphone-endoscope integration was used by the authors in the minimally invasive surgical treatment of 42 patients. All procedures were successfully performed, and no complications related to the use of the new method were observed. The quality of the images obtained with the smartphone was high enough to provide adequate information to the neurosurgeons, as smartphone cameras can record images in high defi- nition or 4K resolution. Moreover, because the smartphone screen moves along with the endoscope, surgical mobility was enhanced with the use of this method, facilitating more intuitive use. In fact, this increased mobility was identified as the greatest benefit of the use of the smartphone-endoscope system compared with the use of the neuroendoscope with the standard video set.
CONCLUSIONS Minimally invasive approaches are the new frontier in neurosurgery, and technological innovation and integration are crucial to ongoing progress in the application of these techniques. The use of smartphones with endo- scopes is a safe and efficient new method of performing endoscope-assisted neurosurgery that may increase surgeon mobility and reduce equipment costs.
https://thejns.org/doi/abs/10.3171/2017.6.JNS1712
KEY WORDS brain aneurysm; epilepsy; intracerebral hematoma; subdural hematoma; third ventriculostomy; neuroendoscopy; smartphone; surgical technique 

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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

XII CURSO DE CIÊNCIAS BÁSICAS EM NEUROCIRURGIA




FIGURA. Membros Departamento Neurointensivismo e Neurotrauma da Sociedade Brasileira Neurocirurgia juntos com o Presidente da Sociedade Brasileira Neurocirurgia Modesto Cerioni.

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

RESCUE ICP COMMENTS





Why not a primary decompressive craniectomy?


Congratulations for Rescue ICP. As a physician and neurosurgeon,to treat refractory intracranial hypertension is always a challenge. Patients with subdural hematomas whose difference between the septal deviation and the thickness of the hematoma is greater than 3mm, suggests edema and swelling associated. In Brazil, this difference is called Zumkeller Index in honor to the author of the article. A primary decompressive craniectomy is the neurosurgical approach widespread in this case, especially by Professor Ruy Monteiro. In supplementary appendix, table S3, 6 of 26 (23%) patients undergoing craniotomy patients had subdural hematoma and required decompression. Perhaps this group of patients could benefit from a primary decompression instead of a secondary decompression proposed by the article, utilizing Zumkeller Index. Perhaps Marshall IV diffuse injury had a better outcome with a primary decompressive craniectomy since the vast majority of these patients will have refractory intracranial hypertension. The Brazilian Neurosurgery Society, on behalf of Neurocritical Care Department congratulate the study and suggests the analysis of groups with subdural and Marshall IV.

BASES ANATÔMICAS DO NEUROINTENSIVISMO

BASES ANATÔMICAS DO NEUROINTENSIVISMO



PARTICIPEM !!!

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Padronizando a linguagem no Neurointensivismo



As escalas neurológicas são ferramentas formadas a partir da coesão de características gerais e ou específicas do paciente em questão. Podem refletir o quadro clínico; avaliar gravidade; estabelecer o prognóstico; determinar a conduta; mensurar o grau de ressecção neurocirúrgica; mensurar os efeitos da intervenção terapêutica; descrever as modificações do exame neurológico; uniformizar a linguagem científica, auxiliando a realização de estudos multicêntricos.


Este curso tem como objetivo descrever e discutir acerca das principais escalas utilizadas a beira do leito, fornecendo os pilares da linguagem no neurointensivismo. 

Participem!!!

terça-feira, 24 de maio de 2016

CURSO HEMODINÂMICA CEREBRAL

                                                    HEMODINÂMICA CEREBRAL



PARTICIPEM !!!

terça-feira, 17 de maio de 2016

CONINI 2016: Bastidores do Neurointensivismo

CONINI 2016: Bastidores do Neurointensivismo

O Congresso Internacional de Neurointensivismo da ABNI consolida a seriedade e o padrão técnico científico almejado pelos seus organizadores e avança com a melhora e atualização do Neurointensivismo no Brasil. Os cursos pré congressos ultrapassaram as expectativas, havendo uma troca de conhecimento teórico-prática entre os participantes e palestrantes.



FIGURA 1.Abertura do congresso ABNI pelo presidente Pedro Kurtz. Em cartaz uma comissão científica representando várias especialidades.



FIGURA 2. Público selecionado de intensivistas, neurologistas, neurocirurgiões e outros profissionais da saúde.




FIGURA 3. Secretário do Departamento de Neurointensivismo Professor Dr. Leonardo Welling participando do curso pré congresso Neurointensivismo com o tema: Monitoração da Pressão Intracraniana.



FIGURA 4. Curso pré congresso Neurointensivismo aulas práticas e teóricas monitoração multimodal. Palestrante Gustavo Frigieri demonstrando a PIC não invasiva.


FIGURA 5. Curso pré congresso Neurointensivismo aulas práticas e teóricas monitoração multimodal. Demonstração dos cateteres de PIC invasiva em modelo prático de hipertensão intracraniana.


FIGURA 6.  Curso pré congresso Emergency Neurological Life Support (ENLS) realizado no CONINI.


FIGURA 7. Participação extensiva do Professor Claude Hemphill  e  da Professora Maramélia Miranda.



FIGURA 8. Presença do departamento de Neurointensivismo e Neurotrauma da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, juntamente com a presença dos Neurointensivistas Dr. Ricardo Turon e  Dr. Mauro Oddo.


FIGURA 9. Confraternização CONINI 2016.














quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Centro Branco Medular do Cérebro e sua importância


Centro Branco Medular do Cérebro e sua importância

O Centro Branco Medular do Cérebro é uma área de substância branca constituída de fibras mielínicas que podem ser classificados em dois grandes grupos: fibras de associação e projeção. 

- Fibras de projeção conectam o córtex a centros subcorticais (fórnix; cápsula interna ).

- Fibras de associação conectam áreas situadas em pontos diferentes do córtex cerebral. Estas podem ser divididas em fibras de associação intra-hemisféricas (fascículo do cíngulo; fascículo longitudinal superior; fascículo longitudinal inferior; fascículo unciforme) e fibras de associação inter-hemisféricas (comissura do fórnix; comissura anterior ; corpo caloso). 

De certa forma, as neuroemergências comprometem estas fibras de forma parcial ou completa ocasionando os déficits neurológicos com comprometimentos nas atividades de vida diária. O atraso na independência funcional do paciente  posterga a reabilitação neurológica e pode vir a ser denominada tardiamente de sequela neurológica.

    A                                                       B
    C   

FIGURA A, B, C. Evidencian as fibras de associação e projeção de paciente vítima de TCE observando redução nas fibras de associação inter-hemisféricas e intra-henisféricas.